Do que as mulheres gostam? Cinco interesses demonstrados pela ciência!

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Estudar o comportamento humano e as relações afetivas entre os indivíduos é muito desafiador e interessante. Basta espiar as relações afetivas amorosas e sexuais entre homens e mulheres, mulheres e mulheres, homens e homens. São muitas as perguntas científicas que podem surgir. E desde muito tempo, os homens vem tentando entender do que as mulheres gostam! Somos complicadas? Claro! É uma pitada de charme para deixar tudo mais interessante.

Do que as mulheres gostam

Tudo seria mais fácil se, como no famoso filme americano: “Do que as mulheres gostam” com Mel Gibson e Helen Hunt, vocês, homens, pudessem ouvir nossos pensamentos e agir conforme os sonhos de nossas mentes. No entanto, isso ainda não é possível, então vamos a alguns detalhes mais factíveis. Continuar lendo

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Um arco-íris nos teus olhos? Um pouco sobre dilatação da pupila e orientação sexual

A sexualidade tem grande importância na vida das pessoas, não apenas por uma questão reprodutiva, mas também por envolver a busca pelo prazer, a formação da identidade e mesmo a representação social deste indivíduo e a sua identificação e imersão em determinados grupos. Indo além do produto de ordenanças genéticas, a sexualidade é algo que se constrói durante a vida. O Sexo é algo majoritariamente biológico, indica um conjunto de características anatômicas e funcionais relacionadas a ele, já a sexualidade e a orientação sexual podem ser consideradas uma forma de expressão cultural (quem já criou algum questionário de pesquisa provavelmente já ouviu aquela velha frase “sexo é diferente de gênero”).

O comportamento sexual é algo interessante, que incita na maioria das pessoas curiosidade, algumas relacionadas a tabus e preconceitos, outras a desejos… E o estudo da sexualidade, multifacetada como é, não poderia se dar apenas por uma disciplina e praticamente nunca passa despercebido pelos olhares curiosos.

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Love is in the air…

É, quem já não sentiu flutuar por amor? Quem já não amou mais a outro do que a si mesmo? Aparentemente o amor já atingiu uma parcela bem alta da população. Muito mais do que a parcela atingida por hipertensão, dependência de drogas ou gravidez! O estudo do amor, portanto, poderia ajudar em sua compreensão? Aparentemente, o amor romântico não foge a ciência! Sabe-se que diversas teorias filosóficas e psicológicas tentam explicar o amor e suas variações. No entanto, neste post gostaria de focar e dividir uma pitada da pesquisa realizada pela Dra. Helen E. Fisher, uma antropóloga e pesquisadora comportamental. Ela estuda a atração interpessoal, ou o amor romântico, há pelo menos 30 anos. A Dra. Fisher vem se dedicando a entender a neurobiologia do amor e a mostrar que, mesmo após anos de convivência, é possível que ainda se sinta um amor romântico tão forte quanto aquele dos primeiros beijos (clique na imagem abaixo para ver o vídeo – eu já devo ter assistido mais de 10 vezes e sempre me surpreendo).

Apresentação Dra. Helen Fisher no TED 2008:
“The brain in love”.

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