As sete maiores descobertas científicas de 2014

sem-tc3adtuloOlha quem chegou: o ano novo! Os doces foram jogados fora, a mensalidade da academia atrasada há meses foi paga, as gordurinhas acumuladas estão prontas para serem queimadas e as promessas feitas no Reveillon estão sendo cumpridas. Bom, pelo menos até Março né?

Nesse clima de falta de vontade de voltar ao trabalho e cuidando das queimaduras de sol, eu tive um momento Fátima Bernardes e me perguntei: da onde surgem as tradições? Pensando nisso resolvi dar prosseguimento e institucionalizar a primeira tradição do Prisma Científico: todo começo de ano faremos um retrospecto do que aconteceu de melhor na ciência no ano que se passou. Se você não conferiu as maiores descobertas científicas de 2013, clique aqui e veja os avanços daquele ano. Pois bem amigos, vamos as 7 maiores descobertas/avanços científicos de 2014! Continuar lendo

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Cérebro v2.7 – Sobre consciência e inteligência artificial. (Parte 3)

Do tamagochi ao MacBook Pro, todas as máquinas são essencialmente compostas pelos mesmos componentes: hardware e software. O primeiro é tido como a parte física dos computadores e máquinas. Um hardware pode ser o monitor, o teclado e o processador de um computador. Já o software é tido como a parte não-física, aquela responsável por “pensar”. Softwares, portanto são os programas como Windows, Microsoft Word, AVG e Google Chrome.

Lembra de mim?

Se compararmos o ser humano a um computador, poderíamos dizer que membros, olhos, órgãos e assim por diante são nossos hardwares. Por sua vez, o que é o software do ser humano? Partindo do princípio de que o software é a parte que pensa ou que faz o hardware funcionar, poderíamos dizer que o software do ser humano são todas suas capacidades mentais conscientes e inconscientes. Dentre essas capacidades, a inteligência é uma das que mais recebe destaque, principalmente no campo da robótica e ciência da computação. Mas o que é inteligência? Continuar lendo

Sobre consciência e inteligência artificial. (Parte 2)

PigmaliaoGalateaJean-Léon Gerome

Na primeira parte desse post falamos sobre a consciência e a possibilidade da criação desta por meios artificiais, por mãos humanas. Embora com outra roupagem, há inúmeras criações artísticas que surgiram deste questionamento. Desde a mitologia grega, com a história de Galatéia, construída no mármore por Pigmaleão, que terminou por receber de Afrodite o toque da vida, até o golem Frankenstein da escritora Mary Shelley, cujo nome se tornou referência do receio que algumas pessoas têm de que toda criação de vida, inteligência e consciência artificial possa se voltar contra o seu criador em um afã violento pela liberdade cerceada.

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Sobre consciência e inteligência artificial. (Parte 1)

mindMesmo com o avanço dos estudos sobre a consciência, este ainda é um tópico peculiar para as ciências cognitivas. Esse lugar de destaque parece não advir só da complexidade inerente ao assunto, mas também da possibilidade de que, ao descobrir mais sobre ela, se encontre um ponto de destaque para o conhecimento mais aprofundado das nossas propriedades mentais.

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