Prisma Entrevista: Caçadores de Neuromitos

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O que você sabe sobre o seu cérebro é verdade?

Para nos aprofundarmos nessa questão, confira a nossa entrevista com a Dra. Larissa Zeggio, uma das autoras do Livro “Caçadores de Neuromitos” lançado em Junho de 2015:

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Legenda: Organizado pela Profa. Roberta Ekuni, Dra. Larissa Zeggio e Prof. Dr. Orlando Francisco Amodeo Bueno

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Stigma redigere: O novo feitiço do Harry Potter

harry-potter1Goste ou não, a série de livros da autora inglesa J.K. Rowling, Harry Potter, não é só um sucesso, mas um fenômeno sem precedentes. Com mais de 450 milhões de vendas e traduções para mais de 67 línguas, os livros que contam a história do bruxo mais famoso deixaram sua marca na cultura contemporânea.

Nas entrelinhas da história de Rowling, além da lição de que coragem e amizade são fundamentais na formação do caráter de uma pessoa, uma crítica pungente ao racismo, preconceito e fanatismo é conduzida. No mundo fictício de Harry Potter, alguns bruxos se autodenominam “bruxos de sangue puro”, aqueles nascidos de pai e mãe também bruxos. Tais bruxos consideram-se superiores aos mestiços (pelo menos um pai não é bruxo), seres mágicos que não são de sua raça, e também seres não mágicos, como nós, os “trouxas”. Ao longo da história vemos que se por um lado Voldemort, o bruxo mais terrível de todos os tempos e inimigo de Harry, junto com seus seguidores rejeitam aqueles diferentes, Harry por sua vez convive com eles, nutrindo uma amizade e uma empatia profunda com os mesmos.

Mas o que Harry Potter tem a ver com o Prisma Científico? Continuar lendo

Um mundo que queima livros

Sou fascinado por distopias. Não só por existir nas representações de um mundo distópico uma atraente e avançada tecnologia, mas também porque acredito que é o caminho mais provável da realidade em que vivemos. Pelo que vejo, tudo indica que o futuro será distópico. Alguns dos cenários apresentados em livros e filmes devem ter se aproximado muito de onde estaremos em breve, talvez só com uma menor quantidade de roxo nas roupas e cabelos góticos nas ruas. No passado, escritores acertaram ao prever as qualidades e defeitos do presente, o mundo de hoje é a distopia de ontem, então podemos acreditar que a distopia de hoje será a realidade de amanhã, um caminho que parece ser irrefreável.

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