A Ciência subjuga os mitos

O Reino da Ciência (The Reign of Science 5), por Karl Konrad Huber

O Reino da Ciência (The Reign of Science 5), por Karl Konrad Huber

O ser humano tem uma necessidade quase que fisiológica de explicar as coisas: explicar de onde veio, para que serve, para onde vai, explicar a natureza e os astros etc. Alguns pensadores acreditam que o ser humano é diferente dos outros animais por ter uma capacidade única de perceber padrões. Tentamos sempre achar uma explicação para esses padrões a fim de entendermos como funciona o mundo ao nosso redor e também como nós mesmos funcionamos.

Uma maneira de explicar os padrões é através de idealizações místicas e isso acontece principalmente quando não temos acessibilidade a instrumentos para testar se as nossas explicações são coerentes para determinado fenômeno. A outra maneira é através da Ciência. A Ciência, diferente das explicações místicas, testa metodicamente suas possíveis explicações dos padrões. As explicações que reproduzem o padrão natural são aceitas, as que não, são descartadas. Portanto, a Ciência cria leis após testar as hipóteses e não se baseia em dogmas imutáveis.

Para entender isso vou relatar resumidamente uma história muito interessante da física astronômica que conta com a participação de alguns nomes bem conhecidos: o idealista Edmond Halley, o furtivo Robert Hooke e o vingativo Isaac Newton. Continuar lendo

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A matemática e física por trás da música

Isso mesmo, matemática, física e música estão muito mais próximas do que você talvez imagine.

O som emitido por instrumentos nada mais é que uma vibração que se propaga em forma de onda, e isto ocorre sempre através de um meio como a água ou o ar. Através do contato com o meio, criam-se diferenças de pressão que nos permitem ouvir os sons. Por esse exato motivo o som não se propaga no Espaço sideral.

As diferenças de pressão são causadas pela vibração da onda sonora, que oscila em diferentes frequências. Essas frequências são comumente medidas em Hertz (número de oscilações por segundo) e diferentes frequências definem o tom. Ou seja, variações na frequência modificam as notas que ouvimos (Dó Ré Mi Fá Sol Lá Si, inclusive quando estas são modificadas pelos acidentes musicais)[1].

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Grandes enigmas da Ciência

Navegando pela internet hoje, me deparei com uma página do The Guardian bem interessante. Há muitas coisas no universo que ainda não sabemos explicar através da ciência- mas poderemos em breve. Um livro que será lançado em breve  procura responder algumas dessas perguntas (Big Questions in Science). Vamos a alguns fatos:

post1file00022124881Astrônomos se deparam com um pergunta embaraçosa: eles não sabem do que 95% do universo é feito. Átomos que formam tudo que está ao nosso arredor, só contam míseros 5%. Ao longo dos últimos 80 anos tornou-se claro que o restante do universo é composto por duas entidades “sombrias” – a matéria escura e a energia escura. A primeira, descrita pela primeira vez em 1933, funciona como uma cola invisível, unindo galáxias e aglomerados de galáxias. Já a energia escura, descoberta em 1998, está acelerando a expansão do universo a velocidades cada vez maiores. Os astrônomos estão discutindo sobre as verdadeiras identidades destes intrometidos invisíveis. Continuar lendo

Quando o Universo surgiu ele não fez BOOM!

Recentemente (30 de março de 2013), um físico da Universidade de Washington em Seattle nos Estados Unidos, Dr. John Cramer, produziu um arquivo que simula o som do Big Bang. Essa simulação foi baseada em informações de radiações cósmicas. Há cerca de 14 bilhões de anos quando, segundo a teoria do Big Bang, o Universo teria se iniciado a partir de uma forte expansão (vale lembrar que não foi exatamente uma explosão), a primeira música a ser tocada foi essa (CLIQUE NA FOTO ABAIXO):

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Um show de ciência!

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A primeira vez que assisti ao “Ciência em Show” na televisão, eu pensei: “Olha esses caras! Eles estão totalmente estereotipados como cientistas malucos!”

Wilson, Gerson e Daniel são nossos cientistas/apresentadores do Ciência em Show. Devo assumir que quando os vi, em meados de 2007, não botava muita fé nos rapazes… Continuar lendo