Quem vai ganhar a Copa do Mundo?

É amanhã!!l! Sim senhor, mesmo em meio a muitas controvérsias, eis que pela segunda vez na história a Copa do Mundo de Futebol será realizada no Brasil.

Neste exato momento muitas pessoas gostariam de saber quem vai ganhar a Copa, seja por mero prazer ou para sair na frente de seu companheiro de trabalho no bolão da empresa!

Apesar daquele bolão entre os amigos ser muitas vezes mais simbólico em relação à quantia, algumas apostas profissionais movimentam muito e muito dinheiro. Neste caso as coisas começam a ficar “ainda mais sérias” e o interesse em acertar cresce ainda mais.

E aí, como prever quem vai ganhar a Copa?

Perguntando ao polvo adivinho? Isto não vai acontecer, até porque nosso amigo Paul não está mais aqui neste plano… À tartaruga Cabeção, nossa substituta diretamente da Bahia? Hum… Vamos à outra alternativa! E uma opção mais com a cara do Prisma Científico!

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Sobre preconceito, discriminação e sua força no futebol


Lembro da primeira vez que entrei no Estádio Octávio Mangabeira¹, mais conhecido como “Fonte Nova”, em 1993. O jogo era Bahia e Flamengo, válido pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro daquele ano². Se minha memória não falha, existia uma “geral” na Fonte onde as torcidas rivais compartilhavam espaço na arquibancada. Aquilo tudo era novo, e aproveitando a minha excitação com o momento, meu pai me levou para um torcedor que portava as camisas tricolor e rubro-negras na mão e falou: tá vendo filho, ele torce para os dois times, o time que fizer gol ele veste a camisa e comemora. Achei aquilo muito inteligente, afinal, o cara ia sair vitorioso de qualquer forma. E eu estava um pouco como aquele rapaz, torcendo menos por uma vitória em particular do que pelo jogo em si.

Até pouco tempo atrás apenas me lembrava de um gol feito pelo Casagrande³ para o Flamengo, que me marcou muito, pois foi a primeira vez que vi uma torcida explodir de felicidade daquela forma. Minutos depois o Bahia empatou e eu comemorei com tanta animação quanto o primeiro gol marcado. Achava que futebol era isso: cor, som e explosão incontrolável de comportamentos randômicos: Desconhecidos pulando junto, se abraçando, gritando um com o outro com o sorriso aberto e falando coisas como “eu falei, eu falei” sem ter falado absolutamente nada. Ledo engano. Continuar lendo